

ANTÍGONA TRAVESTI
RENATA CARVALHO
DATA:
||| 11/03 - 21H
LOCAL:
||| VERTIGEM
Duração: 50 min
TEATRO
Sinopse
Tebas é uma megalópole que vive um regime autoritário, religioso e armamentista, depois que Creonte – o poderoso de Tebas - deu um golpe de Estado fraudando eleições e ocupando as ruas com as forças militares e policiais.
Polinice, a filha mais querida de Antígona, uma jovem travesti de 23 anos, é brutalmente assassinada no centro de Tebas.
A traviarca Antígona, uma travesti com mais de 40 anos, tem uma ONG de direitos humanos e LGBTQIAPN+, mas luta principalmente por travestis e mulheres trans, além de uma casa onde acolhe as que foram expulsas de suas casas.
Antígona ao tentar as honras fúnebres e de sepultura a Polinice é informada do decreto de Creonte, proibindo que ela seja enterrada com vestes femininas e seu nome é negado na lápide.
Antígona (Renata Carvalho) convoca uma reunião entre todas as travestis e mulheres de Tebas
No elenco, um Coro formado por 6 travestis e mulheres trans
Ficha Técnica
Direção e texto: Renata Carvalho
Iluminação: Juliana Augusta Vieira
Produção: Gabi Gonçalves, Rodrigo Fidelis - Corpo Rastreado
Elenco: Andreas Mendes, Daniela D´eon, Renata Carvalho, Suzy Muniz, Thays Villar e Wallie
Assessoria de imprensa: Canal Aberto - Márcia Marques, Daniele Valério e Carina Bordalo

Minibio
"Atriz, diretora, dramaturga e cientista social transpóloga. Fundadora do Monart (Movimento Nacional de Artistas Trans) e do “Manifesto Representatividade Trans”, que visa a inclusão de corpos travestis/trans nos espaços de criação de arte e pede uma pausa na prática do Trans Fake - artistas cisgêneros que interpretam personagens trans/travesti.
Como transpóloga (uma antropóloga trans), estuda o corpo travesti/trans desde 2007, quando se torna agente de prevenção voluntária em ISTs, HIV/AIDS, tuberculose e hepatites pela secretária municipal de saúde de Santos, trabalhando especificamente com travestis e transexuais na prostituição, mesmo ano do seu percebimento travesti.
Esta transpologia aponta a construção social, midiática, criminal, hiper sexualizante, patológica,religiosa e moral que permeiam corpos trans/travestis, onde a arte, e consequentemente, os artistas também foram/são responsáveis na construção desse imagético do senso comum.
A artista coloca seu corpo travesti como sujeito e objeto de pesquisa, e debatendo/ denunciando a ausência desses corpos nos espaços de arte.


