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ESPETÁCULOS

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AGROPEÇA

TEATRO DA VERTIGEM

DATAS:

||| 27/02 a 29/03/2026 

Sextas e sábados às 20h 

Domingos às 18h

LOCAL:

||| ESPAÇO CULTURAL ELZA SOARES

Alameda Eduardo Prado, 460-474 - Campos Elíseos

INGRESSOS:

||| Ingressos: R$ 40/ R$ 20 (meia) - Via SYMPLA 

Duração: 90 min

TEATRO

Sinopse

 

Em uma arena que ora é rodeio, ora é o centro de um sítio, personagens se enfrentam à mesa de jantar ou diante de um touro bravio, tentando decifrar um país que “rumina” e “agoniza” em busca do próprio destino. Não se sabe se o que se vê é o retrato de um Brasil cruel e conservador ou uma antiga fábula infantil que ajudou a moldar o imaginário nacional. 

Ficha Técnica

Uma criação do TEATRO DA VERTIGEM 

Texto: Marcelino Freire 

Concepção e Direção Geral: Antonio Araújo 

Co-direção: Eliana Monteiro 

Coordenação Tecnica e Desenho de Luz: Guilherme Bonfanti 

Performers: Andreas Mendes, James Turpin, Mawusi Tulani, Paulo Arcuri, Tenca Silva, Lola Fanucchi, Victor Salomão e Vinicius Meloni 

Artistas Colaboradores: Nicolas Gonzalez (1ª e 2ª Fase), Lee Taylor (1ª Fase) 

Dramaturgismo: Bruna Menezes 

Assistente de Dramaturgismo: João Crepschi 

Conceito do Espaço: Antonio Araújo 

Cenografia: Eliana Monteiro e William Zarella Junior 

Sound Designer Associados: Randal Juliano, Guilherme Ramos e Kleber Marques 

Figurino: Awa Guimarães 

Visagismo: Tiça Camargo 

Direção Musical e Trilha Original: Dan Maia 

Direção vocal: Lucia Gayotto 

Videografismo: Vic von Poser 

Preparação corporal: Castilho e Ricardo Januário 

Preparação Corporal (1ª Fase): Fabrício Licursi 

Direção de movimento: Castilho 

Assistente de Direção e Direção de Palco: Gabriel Jenó 

Assistentes de Iluminação e Programação: Francisco Turbiani 

Músicos: Dan Maia e Ricardo Saldaña 

Operação de luz: Felipe Bonfante 

Operador de Áudio: Fernando Sampaio 

Operadoras de Projeção: Gabriel Theodoro 

Operadores de Câmera: André Voulgaris 

Operadores de Canhão Seguidor: Igor Beltrão e Giovanni Matarazzo 

Montagem de Luz: Felipe Bonfante, Igor Beltrão, Raphael Mota, Danilo Punk, Jhones Pereira, Tarsis Braga (Cabelo) e Lucas da Silva 

Contrarregras: Ayra Flores, Flávio Rodrigues e João Portela 

Cenotécnico: Zé Valdir Albuquerque 

Montagem, Pintura e Tratamento de Cenografia: Elástica SP Cenografia 

Costureiras: Francisca Rodrigues e Cleonice Barros Correa 

Aulas de Laço: Gui Sampaio 

Crânios de Boi: Vinicius Fragata 

Tradutor Yorubá: Mariana de Òsùmàrè 

Estagiária de Direção: Julie Douet Zingano 

Fotos: Lígia Jardim 

Documentarista: Padu Palmerio 

Designer Gráfico: Guilherme Luigi 

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto 

Estagiário de Produção: Bento Carolina 

Produção: Corpo Rastreado – Leo Devitto e Gabi Gonçalves 

Minibio

 

O grupo Teatro da Vertigem, criado em 1992 na cidade de São Paulo, desenvolve um trabalho artístico com base em elementos característicos, que vão desde a utilização de espaços não convencionais da cidade, passando pela criação de espetáculos a partir do depoimento pessoal dos seus integrantes e de processo colaborativo entre atores, dramaturgo, encenador e demais criadores, até a pesquisa sobre os processos de interferência na percepção do espectador.

Entre os espetáculos da trajetória do grupo estão O Paraíso Perdido, de 1992, encenado  na Igreja Santa Ifigênia; O Livro de Jó, no Hospital Humberto Primo, de 1995; Apocalipse 1,11 (2000), no antigo Presídio do Hipódromo; a Trilogia Bíblica, apresentada na íntegra em 2002; a residência artística na Casa Nº1, em uma parceria entre o Patrimônio Histórico, a Secretaria Municipal de Cultura e o grupo, em 2003, que serviu de criação do projeto seguinte: BR-3. 

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ANTÍGONA TRAVESTI

ANTÍGONA TRAVESTI

RENATA CARVALHO

DATA:

||| 11/03 - 21H

LOCAL:

||| VERTIGEM

Duração: 50 min

TEATRO

Sinopse

 

Tebas é uma megalópole que vive um regime autoritário, religioso e armamentista, depois que Creonte – o poderoso de Tebas - deu um golpe de Estado fraudando eleições e ocupando as ruas com as forças militares e policiais.  Polinice, a filha mais querida de Antígona, uma jovem travesti de 23 anos, é brutalmente assassinada no centro de Tebas.   

A traviarca Antígona, uma travesti com mais de 40 anos, tem uma ONG  de direitos humanos e LGBTQIAPN+, mas luta principalmente por travestis e mulheres trans, além de uma casa onde acolhe as que foram expulsas de suas casas. Antígona ao tentar as honras fúnebres e de sepultura a Polinice é informada do decreto de Creonte, proibindo que ela seja enterrada com vestes femininas e seu nome é negado na lápide.  

Antígona (Renata Carvalho) convoca uma reunião entre todas as travestis e mulheres de Tebas.  No elenco, um Coro formado por 6 travestis e mulheres trans.

Ficha Técnica

Direção e texto: Renata Carvalho 

Iluminação: Juliana Augusta Vieira 

Produção: Gabi Gonçalves, Rodrigo Fidelis - Corpo Rastreado 

Elenco: Andreas Mendes, Daniela D´eon, Renata Carvalho, Suzy Muniz, Thays Villar e Wallie 

Assessoria de imprensa: Canal Aberto - Márcia Marques, Daniele Valério e Carina Bordalo 

Minibio

"Atriz, diretora, dramaturga e cientista social transpóloga. Fundadora do Monart (Movimento Nacional de Artistas Trans) e do “Manifesto Representatividade Trans”, que visa a inclusão de corpos travestis/trans nos espaços de criação de arte e pede uma pausa na prática do Trans Fake - artistas cisgêneros que interpretam personagens trans/travesti.   

Como transpóloga (uma antropóloga trans), estuda o corpo travesti/trans desde 2007, quando se torna agente de prevenção voluntária em ISTs, HIV/AIDS, tuberculose e hepatites pela secretária municipal de saúde de Santos, trabalhando especificamente com travestis e transexuais na prostituição, mesmo ano do seu percebimento travesti. 

  

Esta transpologia aponta a construção social, midiática, criminal, hiper sexualizante, patológica,religiosa e moral que permeiam corpos trans/travestis, onde a arte, e consequentemente, os artistas também foram/são responsáveis na construção desse imagético do senso comum.   

A artista coloca seu corpo travesti como sujeito e objeto de pesquisa, e debatendo/ denunciando a ausência desses corpos nos espaços de arte. 

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ANONIMATO

ANONIMATO

CIA MUNGUZÁ DE TEATRO

DATA:

||| 07, 08, 14 E 15/03 - 16H

LOCAL:

||| COMPLEXO CULTURAL FUNARTE

Alameda Nothmann, 1058, Campos Elísios/ SP

Duração: 90 min

TEATRO

Sinopse

 

Imagine que você recebeu, hoje, um motivo muito bom pra te levar a um local.  Imagine que, como você, cada um dos quase 8 bilhões de habitantes do planeta, também receberam, igualmente, um motivo para se deslocarem para esse mesmo local.  O que tiraria aproximadamente 8 bilhões de seres humanos de sua casa no mesmo horário? O que levaria os quase 8 bilhões de habitantes do planeta para o mesmo local? Seria um único motivo?  Seriam 8 bilhões de motivos diferentes? 

Neste momento, importam menos os motivos e mais o encontro.  Hoje, tudo o que temos a oferecer é um local comum para esse encontro. 

Uma Mulher que enterra suas raízes no solo e vira árvore. Uma Mulher que se desprende do chão e sobe aos céus. Um pipoqueiro. Uma vendedora de sonhos. Um homem que tenta se equilibrar em cima da Utopia. Alguém que trabalha. Alguém que é tudo isso junto. E alguém que se esconde  

Num momento histórico onde tudo nos separa, queremos o ponto que nos une. "anonimATO" é sobre tentar encontrar um lugar comum.  

Sobre matar e parir o teatro.  Sobre matar e parir a sociedade.  Sobre matar e parir cada um de nós.  

Ficha Técnica

Direção: Rogério Tarifa 

Argumento: Pedro das Oliveiras 

Dramaturgia: Verônica Gentilin 

Textos (base para dramaturgia): Elenco, Rogério Tarifa e Verônica Gentilin 

Elenco: Fabia Mirassos, Léo Akio, Lucas Bêda, Marcos Felipe, Paloma Dantas, Pedro das Oliveiras, Sandra Modesto, Virginia Iglesias 

Direção Musical e Trilha sonora original: Carlos Zimbher 

Direção vocal interpretativa e Composição musical do coro: Lucia Gayotto, Natália Nery 

Corpo de trabalho (butô): Marilda Alface 

Colaboração cênica: Luiz André Cherubini 

Banda: Daniel Doc - guitarra, Flávio Rubens - clarinete, sax e rabeca, Nath Calan - bateria, João Sampaio - sub. guitarra, Luana Oliveira - sub. bateria 

Pré produção musical: Daniel Doc 

Figurinos: Juliana Bertolini 

Assistente de figurino: Vi Silva 

Construção figurino inflável: Juan Cusicanki 

Cenografia: Fábio Lima, Lucas Bêda, Luiz André Cherubini, Zé Valdir 

Adereços e bonecos: Zé Valdir 

Poesia gráfica (placas, carrinhos e bandeiras): Átila Fragozo - Paulestinos 

Treinamento de perna de pau: Fábio Siqueira 

Contrarregras: Fábio Lima, Mariana Beda, Tony Francesco 

Atirador de facas: Tony Francesco 

Produção executiva:  Cia. Mungunzá,  Gustavo Sanna - Complementar Produções 

Produção geral: Cia. Mungunzá de Teatro

Minibio

A  Cia. Mungunzá é uma das companhias mais inovadoras do cenário teatral brasileiro. Criada em 2008, o grupo desenvolve a dezesseis anos uma pesquisa cênica continuada, alinhando arte, cultura e vida, construindo uma narrativa e uma linguagem autoral, com montagens de peças com grande poder de comunicação com o público.

A Mungunzá firmou-se como grupo que trabalha com diretoras e diretores convidados, fator que ajuda a manter os processos cênicos vívidos. Na sua pesquisa busca a  polifonia e o hibridismo das linguagens artísticas, propondo a encenação como dramaturgia e o ato performático como atuação. Fomenta o fazer artístico como prática política e social. 

O grupo extrapola suas fronteiras ao criar em 2017, o Teatro de Contêiner Mungunzá, uma ocupação artística, sede do grupo, que atualmente é um dos espaços culturais mais pujantes da cidade de São Paulo, que está reverberando mundo afora com sua potente e poética gestão cultural de impacto em contextos de extrema vulnerabilidade social, somada a sua arquitetura sustentável, transformadora e comunitária.

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UM CLÁSSICO - MATOU A FAMILIA E FOI AO CINEMA_edited.jpg

UM CLÁSSICO: MATOU A FAMíLIA E FOI AO CINEMA

GRUPO XIX DE TEATRO

DATA:

||| 14/03 - 16H

LOCAL:

||| ZONA FRANCA TEATRO

R. Alm. Marques de Leão, 378 - Bela Vista/SP

Duração: 80 min

TEATRO

Sinopse

 

Em um país onde cinemas se transformaram em igrejas pentecostais, dois filmes brasileiros pioneiros, lançados em 1968 e 1969, abordam temas homoafetivos. Essas histórias pertencem a um passado conservador em preto e branco ou são presságios de um presente tingido de sangue?


Os clássicos de Júlio Bressane e Djalma Limongi (1950-2023) se encontram na fricção entre cinema e teatro, dando forma a uma experiência única. O público recria a narrativa, mesclando o que foi filmado com o que acontece ao vivo. Dois filmes, uma peça, duas mulheres, dois homens e um narrador entrelaçam passado e presente na busca por um futuro mais diverso.

 

Ficha Técnica

Direção e dramaturgia: Luiz Fernando Marques (Lubi)
Diretora assistente: Juliana Mesquita
Artistas Colaboradores e Atuantes: Bruna Mascarenhas, Clara Paixão, Carlos Jordão, Lucas Rocha e Walmick de Holanda
Cenografia e Edição de vídeo: Luiz Fernando Marques (Lubi)
Figurino, visagismo e direção de arte: Bruna Mascarenhas, Clara Paixão, Carlos Jordão, Juliana Mesquita, Lucas Rocha, Luiz Fernando Marques Lubi e Walmick de Holanda
Técnico de Luz, som e vídeo: Luiz Fernando Marques (Lubi) e Juliana Mesquita
Técnico de apoio: Roberto Oliveira
Produção executiva: Andréa Marques

Minibio

Desde 2001 o Grupo XIX de Teatro desenvolve a pesquisa autoral que deu origem aos espetáculos Hysteria; Hygiene; Arrufos; Marcha Para Zenturo (em parceria com o Grupo Espanca); Nada Aconteceu, Tudo Acontece e Tudo Está Acontecendo; Estrada do Sul (em parceria com o Teatro Dell’Argine) e Teorema 21. A exploração de espaços não-convencionais, a criação colaborativa e a relação direta com o público nas encenações são elementos constitutivos dessa trajetória.

Em 2005 o grupo foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro na categoria especial pela intervenção artística na Vila Maria Zélia. Ao longo de sua trajetória acumula entre prêmios e indicações mais de 15 menções nos principais prêmios do país: Shell, APCA, Cooperativa Paulista de Teatro, Bravo!, Qualidade Brasil entre outros.

O Grupo XIX de Teatro foi vencedor do Prêmio Shell 2017 na categoria Inovação pela manutenção da sede na Vila Maria Zélia, na Zona Leste, e parceria com artistas de áreas diversas.

Logo marca da Corpo Rastreado. A paravra Corpo Rastreado escrita com algumas letras em formatop de código de barras.
Logomarca do projeto Corpo A Fora, escrita da palavra em letras finas.
Logomarca do projeto farofa. Escrita da palavra Farofa e linhas em movimento ao final da palavra.
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