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 2026

TEATRO*DANÇA*PERFORMANCE*EXPANSÃO DA EXPERIÊNCIA 

 

Chegar à décima edição é um marco. Num contexto em que o ineditismo, a novidade, o imediatismo e a lógica produtivista do “sucesso” dão o tom, poder repetir e testar, edição após edição, é um privilégio. Também é um ato de otimismo inegociável: insistimos, testamos e repetimos porque acreditamos que o encontro, o risco e a continuidade são pilares fundamentais para as artes vivas.

É assim que a Farofa chega à sua décima edição: continuando a provocar encontros, a acolher os riscos e protagonizando o processo. Novamente mergulhamos nos questionamentos sobre o olhar e o fazer nas artes vivas; novamente colocamos o processo no centro, deslocando o produto finalizado para outro momento (e duvidando das palavras “produto” e “finalizado”); novamente colocamos o tempo como elemento poético, propondo a artistas e público uma nova perspectiva sobre a ação dele sobre os processos criativos - e se tivéssemos tempo para mostrar, não os espetáculos concluídos, mas seus percursos criativos? E se pudéssemos pensar o tempo de maturação de um espetáculo não como uma etapa a ser acelerada, mas como uma etapa poética em si mesma? E, novamente, olhamos a partir do ponto de vida da produção, ou seja, a partir de quem está continuamente se relacionando e refletindo sobre o mercado, para entender como seguir gerando possibilidades de trabalho.

Agora, a Farofa acrescenta a territorialidade à sua receita. Celebrando um ano de existência da Casa Farofa, a edição de 2026 ocupa o Bixiga, a partir da Rua 13 de Maio, distribuindo sua programação em 5 espaços culturais - a Casa Farofa, o Teatro da Vertigem, o Teatro Manás Laboratório, a sede da cia Estelar de Teatro, o Teatro do Incêndio - bares e até a casa de uma das moradoras do bairro. Assim, convidamos artistas, público e moradores da região a pensar no Bixiga como um território de permanência e de trânsito, de encontro e de fluxo, área de se morar e de se frequentar na sua pluralidade: no encontro, no convívio, no festejo e na criatividade.

Resolvemos colocar luz nos espaços independentes - equipamentos importantíssimos para a fruição de obras artistas na cidade, mas que são ignorados pelo poder público. A ausência de políticas para os espaços fragiliza a tão desejada ideia de circulação e então, no intuito de trazer a discussão à tona, colocamos os espaços independentes como ingrediente fundamental dessa Farofa, experimentando desde já uma possibilidade de circuito de teatros no futuro.

Na Farofa do Processo 2026, mais de 60 processos artísticos habitarão o bairro do Bixiga, numa fricção entre o conceito de residência artística e residência habitacional. A rua se torna espaço criativo, o bar vira tanto espaço do after quanto o próprio palco, e os teatros abrem as portas, assim como as casas da rua, para chamar a vizinhança para entrar no risco, pela décima vez.

onde? quando? como?

 

||| De 07 A 15 de Março de 2026

||| Pague quanto puder! ingressos distribuídos uma hora antes das apresentações

||| NA RUA TREZE DE MAIO – BIXIGA:

  * Casa Farofa e Teatro da Vertigem – Nº240

  * Teatro Estelar – Nº120 

  * Teatro do Incêndio – Nº48

  * Teatro Manás Laboratório - Nº222

  * Bar da Angela – nº233

  * Casa Dona Lourdes – nº242

||| Assessoria de Imprensa: CANAL ABERTO

Símbolo da Acessibilidade, informando que toda a programação e o espaço são acessíveis
Símbolo da Acessibilidade de Audiodescrição, informando que tem este recurso nas atividades, consulte a programação
Símbolo da Acessibilidade de Libras, informando que tem este recurso nas atividades, consulte a programação
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PROGRAMAÇÃO

AGENDA PARA DOWNLOAD > CLIQUE NO CARTAZ

ARTISTAS

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Aílton Barros e Guira, Alexandre Américo, Alice Ripoll e Hiltinho Fantástico, Antônia Gomes Minchoni e Marina Esteves, Aretha Sadick e Rodrigo França, Ayo Klunga e Kyra Reis, Bárbara Arakaki, Camila Rocha, Carolina Ferman, Cecília Ripoll, Juliana França e Monique Vaillé, Cia Aya, Claudio Rubino, Coletivo 302, Corpo de Macumba, Cristiano Karnas e Valerie Curro Khayat, Éssa Compania de Teatro, Estela Lapponi, Estelar de Teatro, Fábia Mirassos, Gabriel Machado, Hedra Rockenbach e Stéfani Belo, Georgette Fadel, HBLynda Morais, Hélio Toste, Jesuz Pereira, Kuadrilha Teatral, Lagartixa na Janela, Lena Giuliano, Lucas Brandão, Lucas Rocha, Luiz de Abreu, Manás Laboratório de Dramaturgia, Marcos Moraes, Maria Rute, Mateus Jesus e CASTILHO, Natasha Corbelino, Os Crias e Tarina Quelho, Pavilhão da Magnólia, Preto Vidal, Rainha Kong, Regina França, Reinaldo Ribeiro, Ricardo Januário, Soledad Perez-Tranmar, Sonia Sobral, Tay O’Hanna, Teatro da Fumaça e Sobrilá Cia de Teatro, Teatro do Incêndio, Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, Thiago Catarino, Vinicius Bernardo, Walmick de Holanda.

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PROGRAMAÇÃO expandida

 

Por isso, a programação da Farofa integra bate-papos aos processos, a fim de expandir a experiência de público e artistas, não só no tempo, mas na elaboração poética, crítica e sensível. Não se trata de um eixo formativo destacado da programação, mas a compreensão de que a programação é um ato formativo em si mesma.

 

Outras ações somam-se a estas: a banca de venda de livros de teatro, seja de dramaturgias, ensaios ou textos críticos, expande a experiência da fruição e reflexão para além da relação palco-plateia e permite ao espectador-leitor uma nova possibilidade de se relacionar com as obras.

 

O lançamento do primeiro volume do Caderno 1 da Coleção DRAMATURGIAS DA MEDIAÇÃO: processos de cocriação entre cena e público,  um projeto autoral da Corpo Rastreado, para pensar sobre mediação de e com publico, na voz de diversos gestores, artistas, produtores, profissionais da comunicação e etc, que expande a discussão sobre territorialidade que dá corpo à Farofa 2026.  São entrevistas que fornecem dados para reflexões sobre hábitos, padrões e desafios para a formação de público e o diálogo com o entorno de espaços culturais, além de oferecer uma possibilidade de memória sobre outras iniciativas, públicas ou privadas, do mesmo escopo.

 

Quando começamos a pensar no processo como parte essencial do percurso de criação de um trabalho, começamos a pensar, também, em todas suas ramificações. Quando uma obra artística começa? Quando ela termina? Qual é o papel do público nesse processo? Como potencializar as possibilidades de fruição e de reflexão de um processo?

Todas essas ações se integram à programação das aberturas dos processos pois entendemos, edição após edição, que elas não são estanques e impermeáveis. Ao contrário: vazam umas para as outras, e tornam mais ricas as experiências de quem participa da Farofa como artista, como público ou como produção. E atestam a complexidade e as diversas ramificações da experiência do processo.

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Alba Roque, Alírio Assunção, Ana Emília, Anderson Nepomuceno, Anderson Vieira, Babi Sabino, Bento Carolina, Bianca Lorena, Bruno Fanin, Cacá Bernardes - Bruta Flor Filmes, Caetano Lars, Camiss Delfino, Canal Aberto Assessoria: Márcia Marques, Daniele Valério e  Marina Franco, Cristiane Esteves, Danusa Carvalho, Dara Duarte, David Costa, Denise Alves, Edu Godoy, Ewe Pixain, Felipe Medeiros, Fernando Pivotto, Khazar Masoumi, Keila Maschio Pires, Gabi Gonçalves, Gabs Ambròzia, Gabriel Assis, Gisely Alves, Graci Fiori, Jack dos Santos, Jess Makandal, Juliana Augusta Vieira, Jimmy Wong, Leo Devitto, Letícia Alves, Lucas Cardoso, Maria Fernanda Coelho, Mariana Ruiz, Marô Zamaro, Math França, Matheus Espessoto, Nathália Christine, Paloma Freitas, Phillip Marinho, Rodrigo Fidelis, Rubim Arte e Cultura, Solaria Steven, Tamara Andrade, Thaís Venitt, Valmir Paulino, Vanessa Bruna, Yara Ktaish.

 

ESPAÇOS: Teatro Estelar, Teatro da Vertigem, Teatro Manás Laboratório, Teatro do incêndio, Casa Farofa, Bar da Angela, Casa da vizinha - Maria de Lourdes Inácio. ARTE: Vinicius Targa

FAROFEIR0S

Logo marca da Corpo Rastreado. A paravra Corpo Rastreado escrita com algumas letras em formatop de código de barras.
Logomarca do projeto Corpo A Fora, escrita da palavra em letras finas.
Logomarca do projeto farofa. Escrita da palavra Farofa e linhas em movimento ao final da palavra.
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