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SARAKURAS

SARAKURAS

Ayo Klunga e Kyra Reis

DATAS:
||| 07/03 - 12H
||| 08/03 – 19H

LOCAL:
||| Teatro Manás

DURAÇÃO: 40 min
PERFORMANCE

PESSOAS ENVOLVIDAS NO PROCESSO/
Persons involved in the process

Atrizes/ Cast: Ayo e Kyra
Supervisão/ Supervision – David Costa
Assistência/ Assistance – Venâncio Cruz

Sinopse

Performance ritual-cênica que emerge da interseção entre raça, gênero e espiritualidade afro-diaspórica. Inspirada nos Ibejis e no rio soterrado Saracura, evoca a travestilidade como força ancestral, poética e política. Corpas híbridas dançam a cidade como território de encantamento e disputa, ativando memórias subterrâneas, saberes contra-coloniais e linguagens como a cultura Ballroom.

Synopsis

Ritual-scenic performance that emerges from the intersection of race, gender, and Afro-diasporic spirituality. Inspired by the Ibejis and the buried Saracura River, it evokes travestility as an ancestral, poetic, and political force. Hybrid bodies dance the city as a territory of enchantment and dispute, activating subterranean memories, counter-colonial knowledge, and languages such as Ballroom culture.

ESCUTE O ARTISTA CONTANDO SOBRE O PROCESSO /
Listen to the artist talk about the process

TRANSCRIÇÃO DO ÁUDIO: Sarakuras é uma obra que pensa a performance como um ato político e poético, usando da travestilidade para a sacralização e encantamento.
Também utilizando do Candomblé como tecnologia de co-criação, imaginação e disparador para a nossa criação em arte.

Com o paralelo também da cultura ballroom e da comunidade, este corpo, que também é sacralizado, endeusado, enfeitiçado, também pode ser um corpo espetáculo, também pode ser um corpo baile, que também tem os seus conflitos.
Então, Sarakuras fala sobre território, Sarakuras fala sobre ancestralidade, Sarakuras fala sobre transição, fala sobre gênero, raça.

Então, a obra se permeia e interseccionaliza tanto a Ballroom quanto o Candomblé, pensando materialidade cênica como cenário, pensando voz, pensando ruído, pensando silêncio, pausas, para que a gente possa construir uma performance em um tempo espiralar.

Transcription: Sakuras is a work that understands performance as a political and poetic act, using travestility as a path toward sacralization and enchantment.

It also draws on Candomblé as a technology of co-creation, imagination, and as a driving force for artistic creation.
In dialogue with ballroom culture and community, this body — which is also sacralized, deified, enchanted — can also be a spectacle body, a ballroom body, a body that holds its own conflicts.

Sakuras speaks about territory. Sakuras speaks about ancestry. Sakuras speaks about transition — about gender and race.

The work intersects Ballroom and Candomblé, thinking about scenic materiality as set, voice, noise, silence, pauses — so that we can construct a performance within a spiral sense of time.

Minibio

Ayo Klunga, natural do Vale do Paraíba, na cidade de Taubaté. Pesquisadora do corpo, formada em artes cênicas, performer e modelo. Travesty retinta que investiga a visão a partir da retomada de saberes das cosmogonias Nagô e Bantu.



Kyra Reis é atriz, modelo, performer, figurinista e artista visual. Travesti preta, nascida em Taubaté, no Vale do Paraíba. No audiovisual, integrou o elenco do longa-metragem Baby, filme LGBTQIAPN+ exibido no Festival de Cinema de Cannes 2024.

Short biography

Ayo Klunga, born in the Paraíba Valey, in the city of Taubaté. Body-based researcher, trained in performing arts, performer, and model. A dark-skinned travesty who investigates vision through the reclaiming of knowledge from Nagô and Bantu cosmogonies.



Kyra Reis is an actress, model, performer, costume designer, and visual artist. A Black travesti, born in Taubaté, in the Paraíba Valey. In audiovisual work, she was part of the cast of the feature film Baby, an LGBTQIAPN+ film screened at the 2024 Cannes Film Festival.

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