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COMO SE PREPARAR PARA QUEDA MESMO ESTANDO NO CHÃO

HOW TO PREPARE FOR THE FALL... FROM THE GROUND

Ayo Klunga

DATAS:
||| 11/03 - 16H
||| 12/03 – 20H

LOCAL:
||| Sala 1 – CASA FAROFA

DURAÇÃO: 40 min
PERFORMANCE

PESSOAS ENVOLVIDAS NO PROCESSO/
Persons involved in the process

Concepção Coreográfica e Direção Criativa - Ayo Klunga

Direção Musical e Produção Geral - Ewe Pixain

Sinopse

Um feitiço, um ebó, um expurgo, táticas de sobreviver no caos, de se reconfigurar e reconstruir. Uma atmosfera de inquietação. Como a corpa em estado de guerra cria ações e táticas de sobrevivência?

Synopsis

A spell, an ebó, an expulsion, tactics for surviving chaos, for reconfiguring and rebuilding. An atmosphere of unrest. How does the body, in a state of war, create actions and tactics for survival?

ESCUTE O ARTISTA CONTANDO SOBRE O PROCESSO /
Listen to the artist talk about the process

TRANSCRIÇÃO DO ÁUDIO: “Como se preparar para a queda mesmo estando no chão”, É um solo que pensa a travestilidade como potência, que utiliza também de saberes afrodiespóricos como cosmogonia Banto e Yorubá utilizando também da metodologia da dança da indignação, que foi aonde foi o start para se criar esse solo.

E a partir dela também que se utiliza o animal de força, que seria a cobra, ou pensando nas cosmologias Banto, Yorubá, Oxumaré, Angorô, para se criar em cena.
Então, o solo pensa também essa encruzilhada em T, essa encruzilhada feminina, pensando caminhas e possibilidades de transgressão da binaridade, pensando racialidade, questionando gênero e utilizando deles também para confrontar oque é dado como lógica ou normal, então o solo esmiuça tudo isso e cria essa forma de ascensão e essa forma de queda no corpo, né.

Então tem esse lugar da transição por essa encruzilhada, da transição desse corpo pela sociedade, então é um corpo se preparando para a queda, se preparando para a guerra, para o caos cotidiano.
E eu acho que é isso!

Transcription: “Como se preparar para a queda mesmo estando no chão” is a solo that thinks of travestility as power, also drawing on Afro-diasporic knowledge such as Bantu and Yoruba cosmogonies, and using the methodology of the dance of indignation, which was the starting point for creating this solo.

From there, it also makes use of the power-animal, which would be the snake, or, thinking within Bantu and Yoruba cosmologies, Oxumaré, Angorô, to create the scene.

So the solo also thinks about this T-shaped crossroads, this feminine crossroads, considering paths and possibilities for transgressing binarity, thinking about raciality, questioning gender, and also using these elements to confront what is given as logical or normal. The solo unpacks all of this and creates this form of ascent and this form of fall in the body, right!.

So there is this place of transition through this crossroads, the transition of this body through society, so it is a body preparing for the fall, preparing for war, for everyday chaos.
And I think that’s it!

Minibio

Ayo Klunga, natural do “Vale do Paraíba” da cidade de Taubaté. Pesquisadora do corpo, formada em artes cênicas e dança na “Maestro Fego Camargo, perfomer e modelo. Travesty retinta Integrante da cultura Ballroom defendendo as categorías “Runway e Face”, sendo integrante da Kiki Casa de Laffond e Cofundadora do "SaraKuras" que é um laboratório de produção criativa.

Short biography

Ayo Klunga, originally from the “ Paraíba Valey,” in the city of Taubaté, is a body-based researcher, trained in performing arts and dance at Maestro Fego Camargo, performer and model. A dark-skinned travesty, she is part of Ballroom culture, defending the categories “Runway” and “Face,” and is a member of the Kiki House of Laffond. She is also the co-founder of “SaraKuras,” a creative production laboratory

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